sexta-feira, 24 de abril de 2009


E quando tudo nao passa de uma coincidência, o fundo do poço parece mais iluminado e seguro que o ciclo social?
Motivo nunca tive pra duvidar que a perdição nada mais é do que um caminho alternativo da felicidade, que nesses tempos de hoje, torna-se o mais viável de todos.
Perdido sou, perdido estou. Aos olhos de quem não enxerga nada mais que a novela das oito. Pobre ilusão, e o perdido sou eu.
E o frio, onde foi parar? Melhor sentir frio do que não sentir os ossos? Dubitável. Comodisomo, mal parasitário, bem geral do senso comum, pesamento de quem tem preguiça de pensar, conformismo gostoso da falta de preocupação com algo que não seja o dinheiro do pão.
É de completa normalidade o abandono às mentes pensamentes, quando a maior inteligência está em livros de auto-ajuda. Ou as teorias do Dan Brown surpreendem os que nunca ouviram falar de Maria Madelna não sendo apedrejada.
Sejais minha Maria, foges da calmaria, procuras a tormenta, aguenta, aguenta!