terça-feira, 23 de março de 2010

Periodo da Revolução industrial

Cesare Bonesana, Marquês de Beccaria, nasceu em Milão no ano de 1738, estudou em Paris. Publicou sua obra secretamente em Livorno, com medo de perseguições. Invoca na sua obra a razão e os sentimentos. Vai contra a tortura, a pena de morte, a desiguladade ante o castigo, morreu em 1794.

Segundo Cesare, a autoridade legitima só se engrandecerá de fato quando a opinião publica for mais poderosa que a força.

Ressalta no homem que vive reunido, em sociedade a tendencia natural de privilegiar uma minoria e deixar a maioria na miseria, só podendo impedir esses abusos com boas leis.

As leis que deveriam ser convenções feitas entre homens livres não o foram senão o instrumento das paixões de uma minoria.


A partir do estudo de beccaria muda-se a imagem do criminoso na sociedade, não sendo este mais uma aberração social, mas sim alguem que não conseguiu adaptar-se as normas vigentetes.
Influi na criação da constituição que enxerga os direitos humanos na pessoa do criminoso.

a politica governamental deve procurar o maior bem para o maior numero de pessoas( conceito utilitarista)
qualquer tipo de pena deve visar garantir apenas a segurança e a ordem, qualquer coisa além disso seria considerado tirania.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O cão não faz parte do texto


Certo dia um velho me falou "vai pra casa muleque", e eu fiquei pensando, e agora? Onde fica minha casa?
Onde moram meus pensamentos, ou onde a vida parece que vai seguir?
Ando com um medo danado da estagnação. Um desespero contido, aliviado pela fumaça do banho ( que dura no máximo 30 minutos).
Não vem sendo suficiente pensar positivo e imaginar algo muito brilhoso e cor-de-rosa num futuro próximo. Sinto falta da ação.
Mas sinto falta, sem ter jamais agido de fato, o que é mais estranho.
Estranhezas à parte, ficar na dúvida é tão ruim. Deliberadamente viajando ao extremo sul da babaquice, do se olhar no espelho, por falta do que fazer ( e olha que a imagem nem é tão agradavel assim).Não ando tambem muito coeso, mas que se dane
não é pra ser um artigo, muito menos uma crônica
quero mais escrever, tentar voltar aos poucos a escrever
pra comprar a passagem de volta a lucidez. Mas eu ja fui lúcido?
Pior que nem sei. E de novo a maldita dúvida.
Quer saber? Um grande e sonoro foda-se, vou é deixar rolar e parar de publicar esses pensamentos pseudo-depressivos, pós-caóticos e um tanto quanto, verdadeiros.

Desculpem os erros de português, to sem microsoft word no notebook. Obrigado

sexta-feira, 24 de abril de 2009


E quando tudo nao passa de uma coincidência, o fundo do poço parece mais iluminado e seguro que o ciclo social?
Motivo nunca tive pra duvidar que a perdição nada mais é do que um caminho alternativo da felicidade, que nesses tempos de hoje, torna-se o mais viável de todos.
Perdido sou, perdido estou. Aos olhos de quem não enxerga nada mais que a novela das oito. Pobre ilusão, e o perdido sou eu.
E o frio, onde foi parar? Melhor sentir frio do que não sentir os ossos? Dubitável. Comodisomo, mal parasitário, bem geral do senso comum, pesamento de quem tem preguiça de pensar, conformismo gostoso da falta de preocupação com algo que não seja o dinheiro do pão.
É de completa normalidade o abandono às mentes pensamentes, quando a maior inteligência está em livros de auto-ajuda. Ou as teorias do Dan Brown surpreendem os que nunca ouviram falar de Maria Madelna não sendo apedrejada.
Sejais minha Maria, foges da calmaria, procuras a tormenta, aguenta, aguenta!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

S ou S


Mudar de contexto social, e/ou habitat pode causar extrema falta de inspiração.
Talvez por estar longe dos reais motivos da inspiração natural.
A abstenção de pensamentos saudosos para evitar a depressão causa-nos uma estranha abstinencia de criação.Ora, motivo óbvio, tentar evitar sentir é deixar de pensar no sentimento mesmo ele ainda estando lá.
A sensação estranha da distancia permanece.Os proveitos que posso tirar,não.Pela incapacidade
de compreensão do verbo. Pela falta do bom sentido no significado da palavra.Conotação
Essa má utilização da saudade, é o que aumenta a intensidade, e faz com que seja mais difícil o entendimento de tudo que acontece.Agora não mais ao meu redor.
A sétima palavra mais dificil de traduzir, traduz o que sinto sem querer sentir, e deixo de fazer
por não querer aceitar.E hoje sim digo com todas as letras, para quem quiser ouvir.
Sinto saudades.Saudade de criar a dor sem real motivo, e agora tendo, me abster.Calar.Saudar a saudade e quieto pensar.



A vida é tão rara.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Dance,Dance Christa Paffgen


É o braço que se solta, a perna que se move. A dança. A dança! Balança , relaxa.Movimentos quase involuntários, sem programações, não-artísticos. Coreógrafos que me desculpem, mas a estética não é tão importante, a “vibe”, vibração, sintonia, emoção,tesão.
Dois corpos se movendo, como se fossem um espelho de frente pro outro, projeção infinita de imagens , que não podemos enxergar, só sentir, saber que está ali.A tentativa mais sutil de desvendar esses mistérios acaba com toda a magia.
O espelho se quebra, lábios se tocam e o ritmo não se acaba. O balanço continua. Até que os corpos param de se mover, e em um instante tudo parece tão claro e tão fácil.Não existe vergonha, só a vontade de seguir os passos que não são teus, não são meus, são nossos.



Dança comigo.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

A vida é um jogo I


Jogo é toda e qualquer competição em que as regras são feitas ou criadas num ambiente restrito ou até mesmo de imediato.Geralmente, os jogos têm poucas regras e estas são simples. Pode envolver um jogador sozinho ou dois ou mais jogando cooperativamente. A maioria dos jogos é disputado como uma forma de lazer, sem que os participantes enfoquem na competição a vitória como ponto essencial.
Alguma semelhança com a vida humana? Todas. A vida é realmente um jogo.Um jogo com só uma “vida”, um só “continue”. Poucas regras (válidas pelo menos).Na Pratica as pessoas fazem o que querem. A simplicidade das regras se deve ao fato de nossa imensa capacidade de adaptabilidade. Talvez um conformismo de submeter-se a qualquer regra que nos é imposta, seja ela simples ou complicada.
A vida tal como o jogo pode envolver um jogador só, desde que isso seja escolha deste jogador. Não consideraria muito aconselhável utilizar essa estratégia devido a importância de agir em conjunto. De viver em conjunto. Em duplas. Em grupos. Seja lá de que forma, as relações extrapessoais fazem parte de nosso desenvolvimento durante o jogo (vida).
Se nos jogos a vitória não é importante pra alguns, pra esses na vida muito menos.A chance é menor, é mais difícil vencer no meio de tantos jogadores. O que requer bons parceiros jogando lado a lado, sorte, competência no tipo de jogo que está jogando e muita, mas muita vontade de vencer.
Aos que lutam pela vitória em jogos, e na vida, o sucesso é o caminho mais provável. E é assim que devemos pensar, agir e ser.Vitoriosos em potencial em busca da satisfação no fim do jogo. Querendo cada vez mais competir, sem trapacear, ao lado dos parceiros perfeitos(as vezes nem tanto assim, mas a troca é possível) para alcançar a vitória no fim do jogo(vida).

domingo, 23 de novembro de 2008

Cloud


Daqui de cima vejo essas nuvens, como tartarugas milenares, com sabedoria e serenidade.Um estágio evoluído da paz espiritual.



Isso me passou pela cabeça em uma viagem de volta pra Porto Alegre.Formas e pensamentos despertados por nuvens não fazem muito sentido, mas atiçam a imaginação.Despertar interesses e pensamentos, ensinar a pensar.Princípios da filosofia, buscados incansavelmente por centenas (talvez até milhares) de pensadores durante séculos.Tal tarefa singular é facilmente alcançada pela massa disforme de gás.

Basta olhar pra ela com os olhos que nunca estão abertos.