quinta-feira, 30 de julho de 2009

O cão não faz parte do texto


Certo dia um velho me falou "vai pra casa muleque", e eu fiquei pensando, e agora? Onde fica minha casa?
Onde moram meus pensamentos, ou onde a vida parece que vai seguir?
Ando com um medo danado da estagnação. Um desespero contido, aliviado pela fumaça do banho ( que dura no máximo 30 minutos).
Não vem sendo suficiente pensar positivo e imaginar algo muito brilhoso e cor-de-rosa num futuro próximo. Sinto falta da ação.
Mas sinto falta, sem ter jamais agido de fato, o que é mais estranho.
Estranhezas à parte, ficar na dúvida é tão ruim. Deliberadamente viajando ao extremo sul da babaquice, do se olhar no espelho, por falta do que fazer ( e olha que a imagem nem é tão agradavel assim).Não ando tambem muito coeso, mas que se dane
não é pra ser um artigo, muito menos uma crônica
quero mais escrever, tentar voltar aos poucos a escrever
pra comprar a passagem de volta a lucidez. Mas eu ja fui lúcido?
Pior que nem sei. E de novo a maldita dúvida.
Quer saber? Um grande e sonoro foda-se, vou é deixar rolar e parar de publicar esses pensamentos pseudo-depressivos, pós-caóticos e um tanto quanto, verdadeiros.

Desculpem os erros de português, to sem microsoft word no notebook. Obrigado

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