quinta-feira, 30 de julho de 2009

O cão não faz parte do texto


Certo dia um velho me falou "vai pra casa muleque", e eu fiquei pensando, e agora? Onde fica minha casa?
Onde moram meus pensamentos, ou onde a vida parece que vai seguir?
Ando com um medo danado da estagnação. Um desespero contido, aliviado pela fumaça do banho ( que dura no máximo 30 minutos).
Não vem sendo suficiente pensar positivo e imaginar algo muito brilhoso e cor-de-rosa num futuro próximo. Sinto falta da ação.
Mas sinto falta, sem ter jamais agido de fato, o que é mais estranho.
Estranhezas à parte, ficar na dúvida é tão ruim. Deliberadamente viajando ao extremo sul da babaquice, do se olhar no espelho, por falta do que fazer ( e olha que a imagem nem é tão agradavel assim).Não ando tambem muito coeso, mas que se dane
não é pra ser um artigo, muito menos uma crônica
quero mais escrever, tentar voltar aos poucos a escrever
pra comprar a passagem de volta a lucidez. Mas eu ja fui lúcido?
Pior que nem sei. E de novo a maldita dúvida.
Quer saber? Um grande e sonoro foda-se, vou é deixar rolar e parar de publicar esses pensamentos pseudo-depressivos, pós-caóticos e um tanto quanto, verdadeiros.

Desculpem os erros de português, to sem microsoft word no notebook. Obrigado

sexta-feira, 24 de abril de 2009


E quando tudo nao passa de uma coincidência, o fundo do poço parece mais iluminado e seguro que o ciclo social?
Motivo nunca tive pra duvidar que a perdição nada mais é do que um caminho alternativo da felicidade, que nesses tempos de hoje, torna-se o mais viável de todos.
Perdido sou, perdido estou. Aos olhos de quem não enxerga nada mais que a novela das oito. Pobre ilusão, e o perdido sou eu.
E o frio, onde foi parar? Melhor sentir frio do que não sentir os ossos? Dubitável. Comodisomo, mal parasitário, bem geral do senso comum, pesamento de quem tem preguiça de pensar, conformismo gostoso da falta de preocupação com algo que não seja o dinheiro do pão.
É de completa normalidade o abandono às mentes pensamentes, quando a maior inteligência está em livros de auto-ajuda. Ou as teorias do Dan Brown surpreendem os que nunca ouviram falar de Maria Madelna não sendo apedrejada.
Sejais minha Maria, foges da calmaria, procuras a tormenta, aguenta, aguenta!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

S ou S


Mudar de contexto social, e/ou habitat pode causar extrema falta de inspiração.
Talvez por estar longe dos reais motivos da inspiração natural.
A abstenção de pensamentos saudosos para evitar a depressão causa-nos uma estranha abstinencia de criação.Ora, motivo óbvio, tentar evitar sentir é deixar de pensar no sentimento mesmo ele ainda estando lá.
A sensação estranha da distancia permanece.Os proveitos que posso tirar,não.Pela incapacidade
de compreensão do verbo. Pela falta do bom sentido no significado da palavra.Conotação
Essa má utilização da saudade, é o que aumenta a intensidade, e faz com que seja mais difícil o entendimento de tudo que acontece.Agora não mais ao meu redor.
A sétima palavra mais dificil de traduzir, traduz o que sinto sem querer sentir, e deixo de fazer
por não querer aceitar.E hoje sim digo com todas as letras, para quem quiser ouvir.
Sinto saudades.Saudade de criar a dor sem real motivo, e agora tendo, me abster.Calar.Saudar a saudade e quieto pensar.



A vida é tão rara.